Autonomia: Uma palavra, muitos significados

Autonomia: Uma palavra, muitos significados

Os pacientes acamados estão sujeitos a diversas complicações médicas, como lesões na pele e dores nas articulações. Além dos problemas físicos, eles podem desenvolver problemas psicológicos, como depressão, devido à perda de autonomia e à necessidade de cuidados especiais.

Independentemente da idade do paciente, a falta de independência pode ser muito frustrante e acabar comprometendo a adesão ao tratamento. Assim, embora seja essencial monitorar de perto o acamado, também é importante promover ações que estimulem sua autonomia.

Antes de tudo, entretanto, é necessário considerar as particularidades de cada um, visto que o grau de autonomia é diferente para cada caso. Contudo, algumas atitudes podem fazer toda a diferença sem exigir esforço do acamado.

Como incentivar a autonomia dos acamados

Ainda que o paciente não consiga exercer as mesmas atividades de outrora, os profissionais de saúde e familiares devem respeitar o espaço e as preferências dele. Afinal, somos seres funcionais que passam a vida em busca de independência, de modo que perdê-la completamente pode ser estressante e bastante desafiador.

Restritos ao leito, os acamados precisam ter sua autonomia estimulada, pois isso faz toda a diferença para a qualidade de vida deles e, consequentemente, na resposta aos tratamentos.

Neste sentido, algumas dicas podem ajudar bastante quanto à autonomia e impactar a autoestima e bem-estar dos pacientes acamados.

Estimule os hobbies dos pacientes

Os hobbies e os momentos de lazer são muito importantes para o bem-estar de qualquer pessoa, desempenhando um papel crucial para a saúde mental de todos. Assim, você deve garantir um ambiente familiar e confortável para o paciente.

Desse modo, promover atividades de entretenimento e outras diversões é crucial para uma resposta positiva do acamado aos cuidados. Seja com sessões de filmes ou leituras, proporcionar experiências recreativas em grupo e também jogos individuais são ações básicas que levam prazer e distração para quem se encontra nessa situação.

Alimentação

Uma alimentação balanceada é muito importante para evitar complicações médicas e controlar a doença, além de reduzir ainda mais a autonomia do paciente. Por isso, os cuidados incluem acompanhamento nutricional e um plano nutricional estrito, mas você pode oferecer opções que se ajustem às preferências do acamado, sempre que possível.

Neste sentido, deixe que o paciente escolha parte do cardápio e deixe que ele se alimente quando desejar. Além disso, você pode incentivá-lo a comer por conta própria, a depender do grau de independência e da capacidade motora.

Incentivar a socialização

Sem liberdade de movimento, os acamados também costumam se sentir isolados e solitários, o que gera problemas como a depressão, além de acelerar o desenvolvimento de distúrbios neurológicos nos idosos. Assim, incentivar a socialização faz toda a diferença na qualidade de vida dos pacientes.

Além de convidar familiares e amigos para fazer visitas, você também pode disponibilizar um smartphone para que o paciente entre em contato com pessoas próximas no momento que desejar. E que tal planejar pequenos eventos como café da manhã, lanche da tarde ou mesmo um happy hour para trazer alguns amigos para o convívio do paciente?

Considere as vontades do acamado

Os tratamentos médicos e a rotina de cuidados envolvem uma série de decisões que devem considerar a vontade dos acamados, pois isso confere mais autonomia em relação à própria saúde. Essa liberdade, entretanto, deve ser limitada à própria condição do paciente, uma vez que nem sempre eles mantêm lucidez para participar das deliberações.

Privacidade no banho

Geralmente, a hora do banho é um momento íntimo e relaxante, mas os pacientes acamados podem se sentir constrangidos e vulneráveis. Afinal, a maioria deles precisa de ajuda durante todo o processo, desde a locomoção até a higienização do corpo. Com isso, muitas pessoas optam pela higienização a seco, o que não oferece os mesmos benefícios que o banho com água.

O Banho no Leito da Confort foi desenvolvido para inovar a rotina de cuidados, facilitando a vida de pacientes e cuidadores. Para isso, o módulo inclui uma banheira inflável com batentes laterais, que proporcionam segurança para quase todos os tipos de cama, e canais de escoamento de água. Desse modo, basta montar a banheira sobre o leito e dar espaço para que o paciente tome seu banho com mais privacidade. Ele também serve para hidroterapia e relaxamento.

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Os 5 itens que não podem faltar para o cuidado com o...

Os 5 itens que não podem faltar para o cuidado com o...

Os cuidados destinados a pessoas acamadas devem contemplar uma série de questões, como o afeto familiar e o acompanhamento profissional. Além disso, alguns itens são essenciais para garantir um ambiente mais confortável para o paciente e mais prático para os cuidadores.

Embora seja complexo e desgastante, o cuidado domiciliar é uma escolha da maioria das famílias, seja por questões financeiras ou afetivas. Afinal, muitas pessoas têm receio em deixar um ente querido vulnerável em uma clínica ou casa de repouso, preferindo acompanhar de perto o paciente.

As clínicas, por outro lado, contam com uma equipe multiprofissional e com uma estrutura mais adequada para as condições dessas pessoas. Contudo, também é possível adaptar o ambiente para acomodar melhor o acamado ao mesmo tempo que facilita a execução dos cuidados.

Para facilitar sua rotina de cuidadora e oferecer mais bem-estar aos pacientes, reunimos uma lista com 5 itens essenciais para o cuidado com o acamado. Acompanhe a leitura e confira.

Mesa de apoio ao leito

As mesas de apoio são bastante versáteis, além de serem importantes para incentivar a autonomia dos pacientes, quanto possível. Com elas, os pacientes acamados podem se alimentar sozinhos e desempenhar uma série de outras atividades.

Neste sentido, esses móveis podem ser usados em momentos de lazer, como para leituras ou apoio para notebook e tablets. Assim, eles têm mais controle do que fazem, se sentindo mais independentes enquanto estão acamados.

Além da versatilidade, essas mesas são super práticas, pois contam com ajuste de altura e inclinação. Com isso, os próprios pacientes podem regular a mesa conforme a utilização, desde que ainda tenham autonomia para isso.

Grade lateral / protetor de guarda lateral

As grades laterais são fundamentais para a segurança dos acamados, uma vez que estes podem cair durante ao se virar na cama. No entanto, estes itens são produzidos em materiais rígidos, que causam lesões nos pacientes por meio do contato. Por isso, os protetores de guarda lateral também são indispensáveis.

Geralmente, estes acessórios são revestidos em tecido impermeável e possuem material almofadado. Desse modo, eles garantem conforto ao mesmo tempo que tornam a limpeza mais prática, o que é essencial em um ambiente de cuidados.

Colchão caixa de ovos

Os pacientes acamados desenvolvem lesões na pele muito facilmente em decorrência do extenso tempo que passam deitados. Com isso, o tipo de colchão deve ser muito bem pensado para garantir conforto ao mesmo tempo que evita o surgimento de escaras e outras feridas.

Neste sentido, o colchão piramidal – também conhecido como caixa de ovo – é o mais indicado para preservar a saúde dos pacientes. Esses colchões são caracterizados por uma espuma que apresenta pontos que estimulam a circulação do sangue.

O material também proporciona alívio aos músculos e diminui a pressão na pele, diminuindo o atrito com o colchão. Essas características são essenciais para quem passa muito tempo deitado, pois oferece mais oxigenação às áreas suscetíveis ao aparecimento de feridas.

Almofadas protetoras para acomodar o corpo

Como já abordamos, um corpo imóvel está bastante suscetível ao desenvolvimento de lesões, mas o uso de almofadas protetoras é ideal para diminuir a pressão do corpo sob a pele. Após muito tempo em contato com uma superfície, a pele costuma ficar vermelha e surgem bolhas que logo evoluem para úlceras.

Essas feridas costumam aparecer na cabeça, ombros, ancas e outras zonas mais pressionadas contra o colchão. Assim, a utilização de almofadas é muito importante para diminuir a ocorrência dessas lesões, além de oferecer mais conforto aos pacientes. 

Confort Banho

O banho na pessoa acamada é um dos maiores desafios para um cuidador, especialmente para quem tem pouco tempo ou experiência para exercer a tarefa. Além do esforço físico, é necessário considerar a segurança do paciente durante todo o percurso até o banheiro.

Pensando nisso, a Confort Banho desenvolveu um módulo inflável para Banho no Leito que facilita muito o processo. O produto consiste em uma banheira inflável, utilizada sobre o leito, e uma bomba de ar, oferecendo um enchimento super prático e rápido.

No leito, o Confort Banho pode ser utilizado vazio para proteger o colchão, funcionando como uma cobertura. Após o enchimento, o produto se torna uma banheira super segura e confortável, proporcionando banho molhado no leito.

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Está na hora de pensar em uma casa de repouso?

Está na hora de pensar em uma casa de repouso?

Com o aumento da expectativa de vida, cresce também o número de doenças relacionadas à velhice. Muitas dessas condições exigem o acompanhamento constante do idoso, uma vez que os diagnósticos implicam na perda gradual de autonomia. Com necessidade de auxílio para todas as atividades cotidianas, é normal que, em algum momento, os familiares se perguntem se está na hora de pensar em uma casa de repouso.

A decisão sobre a internação do idoso pode ser muito dolorosa, mas é, muitas vezes, a única opção. Cada vez mais debilitados, os pacientes precisam de cuidados 24 horas por dia, sendo necessárias também adaptações na casa para facilitar a vida do idoso.

Está vivendo esta situação e deseja saber se é hora de pensar em internar o idoso? Acompanhe a leitura.

Quando é a hora de considerar uma casa de repouso?

Embora muitas pessoas associem as casas de repouso à negligência ou abandono, essas instituições podem proporcionar cuidados mais satisfatórios aos idosos. Com uma equipe capacitada, infraestrutura adequada e atendimento personalizado, esses locais oferecem mais conforto.

Por conta de algumas notícias negativas sobre casas de repouso negligentes, é normal que os familiares fiquem receosos de internar um ente querido. Contudo, clínicas e casas de repouso são instituições ou empresas reguladas, e devem cumprir uma série de obrigações para que possam funcionar.

Apesar de ainda existir algumas instituições precárias, já passou da hora de desmistificar essa visão das casas de repouso. Com uma equipe profissional responsável pelo plano de cuidados, a resposta do idoso ao tratamento é, geralmente, mais positiva. Além disso, essa opção também beneficia os familiares, que adoecem, passam por problemas familiares ou  até mesmo o emprego para cuidar do paciente.

Acompanhe a leitura e entenda como saber se é o momento certo procurar uma casa de repouso para que alguém que você ama possa receber cuidados profissionais 24h por dia.

Grau de dependência

O primeiro fator a ser considerado é o grau de dependência — afinal, caso estivesse independente, as casas de repouso nem mesmo seriam uma opção. Você precisa, então, avaliar as dificuldades que o idoso encontra para exercer suas atividades cotidianas, analisando, também, a capacidade cognitiva, comunicativa e de movimento.

Assim, quando ele perde a autonomia de executar tarefas simples, mas não pode contar com o apoio da família, você já pode considerar uma clínica de repouso. Nas clínicas ou casas de repouso, os idosos contam com profissionais de múltiplas disciplinas, capacitados para ajudá-los sempre que necessário. Além disso, as instituições propiciam terapias ocupacionais e a socialização entre pacientes, o que é ótimo para eles.

Situação familiar

A legislação trabalhista que regulamenta a profissão diz que os cuidadores devem ter curso de capacitação e contrato regido pelas mesmas regras dos empregados domésticos, além do contato máximo de 8 horas com o paciente. Desse modo, as famílias nas quais nenhum parente tem disponibilidade para cuidar do idoso devem contratar, no mínimo, 3 profissionais, ou seja, um profissional por turno.

Além disso, a condição desses pacientes exige reformas estruturais na casa considerando as limitações de cada idoso. Neste sentido, a família deve arcar com muitos gastos, além da inconveniência de ter desconhecidos o tempo todo na residência.

A internação em uma casa de repouso, por sua vez, exige o pagamento de uma mensalidade que já contempla todos os profissionais, além dos serviços básicos de hotelaria. Assim, dependendo do contexto familiar, contar com essa opção pode ser mais econômico e proporcionar mais bem-estar aos pacientes.

Dificuldade para cuidar do idoso em casa

De acordo com a legislação, toda casa de repouso deve contar com uma equipe multidisciplinar que inclui profissionais de enfermagem, médicos, psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e nutricionista. Todos eles devem ter experiência e especialização para lidar com diferentes doenças senis, de modo que os cuidados são bem mais eficazes.

Em casa, no entanto, os familiares nem sempre sabem como agir e os idosos podem não responder aos cuidados. Nesses casos, muitas pessoas relatam problemas para alimentar os pacientes e cuidar da higiene pessoal, por exemplo. Além disso, a experiência costuma ser bem estressante para a família, o que dificulta o desempenho das funções.

Sem a disponibilidade de uma equipe multidisciplinar a todo momento, até mesmo os cuidadores profissionais podem enfrentar dificuldades com os pacientes. Por isso, a resposta dos idosos aos cuidados é, geralmente, mais satisfatória em clínicas ou casas de repouso.

Considerando tudo que foi dito aqui, é importante destacar que a decisão de internação do paciente deve ser de interesse do idoso. Assim, quando possível, ele deve participar da discussão acerca da viabilidade da casa de repouso e, definitivamente, deve ter seu desejo considerado.

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O que faz um cuidador de idosos? Saiba as atribuições deste profissional

O que faz um cuidador de idosos? Saiba as atribuições deste profissional

Embora represente o avanço da medicina e a melhora na qualidade de vida da população, o envelhecimento populacional vem gerando preocupações há algum tempo. Afinal o aumento do número de idosos representa mais casos de doenças associadas à velhice, como o Alzheimer e Parkinson.

Segundo projeções do IBGE, a população idosa brasileira deve triplicar até 2050. Com isso, a demanda por cuidadores de idosos vai aumentar de forma acelerada nos próximos anos. Hoje, a profissão já está em ascensão, mas muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre as atribuições deste profissional.

O cuidador é responsável pelo cuidado integral do idoso, quando em horário de expediente. Assim, ele deve monitorar o estado de saúde e promover o bem-estar dos pacientes, o que inclui auxílio com a medicação, segurança, higiene e lazer. Contudo, muitas pessoas acham que o profissional é um “faz tudo” e que as tarefas domésticas também são uma de suas funções.

Neste artigo, vamos elucidar sobre o que, de fato, é função dos cuidadores de idosos. Acompanhe a leitura e confira.

Principais atribuições dos cuidadores de idosos

O cuidador de idosos tem como objetivo proporcionar todo o cuidado necessário para a manutenção cotidiana do bem-estar do paciente, como o suporte na alimentação e higiene pessoal. Assim, os profissionais devem oferecer suporte em diferentes atividades, de modo a garantir a qualidade de vida no domicílio, sem a necessidade de colocar o idoso em uma casa de repouso. No entanto, é preciso seguir algumas condições.

Em primeiro lugar, os cuidadores devem exercer todas as tarefas sob supervisão. Desse modo, o profissional não deve tomar decisões que alterem a rotina dos cuidados sem consultar o responsável pelo idoso. Além disso, todos os cuidados devem ser exercidos de modo a estimular a autonomia dos idosos, pois isso é essencial à autoestima dos pacientes.

Confira, a seguir, as principais atribuições dos cuidadores de idosos em diferentes aspectos da rotina dos pacientes.

Planejamento dos cuidados e tomada de decisões

Embora o profissional não deva tomar decisões de forma independente, ele deve participar das discussões. Afinal, o cuidador é a pessoa que mais conhece as demandas do idoso, sendo o responsável, também, por atendê-las.

Assim, é muito importante que os profissionais levantem informações acerca do estado de saúde do idoso e da adaptação dele aos cuidados. Então, o cuidador deve relatar tudo aos responsáveis pelo paciente e, juntos, traçar planos para tornar os cuidados mais eficientes.

Suporte à alimentação

O idoso precisa, sem dúvidas, de uma equipe multidisciplinar que inclua um profissional da nutrição. Com a saúde debilitada, os pacientes necessitam de uma alimentação balanceada com dosagem de nutrientes, além de estimular a ingestão de líquidos.

O cardápio, portanto, é responsabilidade de profissionais especializados, mas os cuidadores devem garantir a ingestão dos alimentos. Caso os idosos ainda possuam autonomia, seus acompanhantes devem ajudá-los no preparo das refeições. No entanto, se os pacientes apresentam alta dependência, os cuidadores podem finalizar o preparo e servir a refeição.

Auxílio na higiene e cuidados pessoais

A higiene e os cuidados pessoais são fundamentais para a saúde e autoestima de qualquer pessoa. Sendo assim, não é porque os idosos perderam a autonomia de se cuidarem que esse aspecto da vida pode ser negligenciado.

Neste sentido, a função dos cuidadores também inclui a promoção da higiene corporal e o zelo pela imagem pessoal de seus pacientes. Desse modo, os profissionais devem ajudá-los no banho, além de tratar da aparência em geral, cuidando dos cabelos, unhas e ajudando-os a se vestir, por exemplo.

Lazer e socialização

Outro ponto bastante importante no exercício da profissão é a promoção de atividades de lazer. Afinal, ficar em casa o dia todo sem qualquer ocupação pode estimular a depressão e a sensação de isolamento social. Por isso, é fundamental planejar caminhadas e passeios, além de incentivar a prática de exercícios físicos, quando possível e autorizado pelo médico responsável.

No caso dos idosos com alto grau de dependência, os cuidadores devem buscar alternativas, seja com leituras ou simplesmente conversando com eles. Além disso, a socialização é extremamente importante para a saúde e bem-estar dos pacientes. Desse modo, os profissionais devem estimular o contato dos idosos com familiares e amigos, quando possível.

Acompanhamento a consultas e exames

A troca entre os cuidadores e os profissionais da saúde beneficia muito os cuidados. Afinal, quem melhor do que eles para comunicar os médicos acerca de mudanças de comportamento ou alterações físicas?

Assim, além de monitorar o estado de saúde dos idosos no cotidiano domiciliar, os cuidadores também devem acompanhá-los durante consultas, exames e tratamentos. Com efeito, isso permite que os profissionais exerçam suas funções de forma mais integrada.

Então, com base nas orientações da equipe médica, o cuidador deve monitorar o estado de saúde do paciente e fornecer a medicação oral adequada nos horários prescritos. Nas situações e procedimentos que exigem uma capacitação que os cuidadores não têm, contudo, ele deve solicitar auxílio de profissionais capacitados — pois cada um deve fazer o que está em sua competência para garantir um cuidado mais eficaz.

Cuidar do ambiente

Por fim, em algumas situações o profissional também deve cuidar do ambiente domiciliar, desde que seja para benefício do idoso. Neste sentido, o bem-estar e a saúde dos pacientes depende de um espaço limpo e organizado, sendo responsabilidade do cuidador garantir um local agradável à pessoa assistida.

Qualquer outra tarefa domiciliar que não seja executada em função do idoso, por sua vez, não é uma atribuição do cuidador. Vale destacar que sobrecarregar o profissional pode prejudicar a qualidade do atendimento, além de gerar conflitos trabalhistas.

Bem, agora você já sabe quais funções são de responsabilidade do cuidador de idosos. Os profissionais devem estabelecer todos os aspectos do cuidado antes da contratação para evitar problemas. Além disso, a assinatura de um contrato é fundamental para evitar problemas futuros.

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Principais benefícios do Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP)

Principais benefícios do Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP)

Nenhum conhecimento é estático, estando todos em constante evolução. Além das pesquisas e da aplicação tecnológica, a medicina vem buscando métodos alternativos para tornar o atendimento mais humanizado. Neste sentido, o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP) vem se destacando entre os profissionais da saúde.

Introduzida pelo médico e psicanalista húngaro Michael Balint ainda na década de 70, o conceito da “medicina centrada no paciente” aos poucos evoluiu para sua definição atual. A metodologia é caracterizada pelo reconhecimento da subjetividade do paciente antes de qualquer ação.

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O que é o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP)

O que é o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP)

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a população mundial está envelhecendo de modo sem precedentes. Embora seja um motivo de celebração, o envelhecimento populacional vem acompanhado do aumento de quadros médicos e do surgimento de novos padrões de doenças.

Grande parte das doenças que desenvolvemos ao envelhecer demanda assistência médica durante anos. Em geral, os tratamentos são conduzidos sem considerar a visão do paciente, o que gera diversos efeitos negativos.

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