Dicas para melhorar a vida do cuidador

Dicas para melhorar a vida do cuidador

Com o crescimento da população idosa no país, e com as demandas que eles necessitam nas tarefas diárias, aumentou o número de pessoas da família que se tornam cuidadores. O estudo “Cuidadores do Brasil”, liderado pelo Instituto Lado a Lado, mostra que seis em cada dez pessoas que exercem o papel de cuidador têm pelo menos 50 anos, e 90% tiveram que assumir essa atividade por ser parente próximo e não ter condições financeiras para contratar um profissional.   

As mulheres são maioria (83%) entre os cuidadores familiares, que tem que conciliar o cuidado com o ente querido mais velho, cuidar dos filhos, da casa, carreira entre outras tarefas do dia a dia. Cuidar de uma pessoa idosa ou acamadae desempenhar múltiplas tarefas é cansativo, por isso, é importante encontrar o seu ritmo e a melhor forma para desempenhar essas atividades. Cuidadores também precisam dar atenção a própria saúde física e mental.   

Conhecendo a realidade dessas pessoas e para terem qualidade de vida, o Confort Banho preparou algumas dicas:  

  • Fazer check up médico: é comum que cuidadores familiares se dediquem pouco ao autocuidado, enquanto acompanham de perto a rotina de um familiar doente. Procure se alimentar nos horários, beba bastante água e tome providencias assim que perceber que há algo errado com seu corpo.  
  • Momentos de distração: separe um tempo por semana para uma caminhada com um amigo, ou atividades que possam proporcionar momentos de distração e lazer. 
  • Ter acompanhamento psicológico: a sobrecarga emocional, as tarefas repetitivas, a exaustão, estão diretamente ligadas à depressão, ansiedade, esgotamento e estresse. Ter um acompanhamento psicológico profissional pode ajudar a superar os desafios do cuidar.   
  • Pedir e aceitar ajuda: às vezes precisamos dividir as responsabilidades e reconhecer os próprios limites, e aceitar ajuda também é um ato de amor com o familiar sob cuidados. Faça uma lista de ações que outras pessoas podem fazer para contribuir com os cuidados diários.   

Muitos cuidadores familiares por tentativa e erro descobrem que algumas dicas funcionam e outras não. Faça o melhor que puder e lembre-se de ter momentos de descanso e principalmente cuidar da sua saúde. Acompanhe a Confort Banho nas mídias sociais e visite sempre nosso blog https://confortbanho.com.br/blog/  para mais dicas e informações para cuidadores. 

Qualidade de vida em pessoas com Paralisia Cerebral

Qualidade de vida em pessoas com Paralisia Cerebral

O que é a paralisia cerebral? 

A paralisia cerebral é uma lesão neurológica que causa danos no desenvolvimento do cérebro. Ela afeta os movimentos, o tônus muscular, e as habilidades motoras, levando a perda do equilíbrio, a falta de coordenação, movimentos involuntários ou a dificuldade de falar e caminhar. Os sintomas aparecem na primeira infância e para diagnosticar é necessário realizar exames de ressonância magnética e tomografia computadorizada.  

Os tipos de paralisia cerebral são:  

Nível I: a pessoa anda sem limitações; 

Nível II:  a pessoa tem dificuldade para correr, pular, andar em terrenos irregulares e subir escadas sem apoio; 

Nível III: a pessoa precisa de apoio para andar, como muletas ou andador. Para longas distâncias, a cadeira de rodas pode ser necessária. 

Tratamentos para pessoas com paralisia cerebral 

Essa patologia não tem cura, mas há tratamentos que podem ajudar as pessoas a gerenciar suas deficiências. Em alguns casos, os médicos usam cirurgia para melhorar a coordenação muscular ou medicamentos para controlar as convulsões. As crianças com paralisia cerebral leve podem não precisar de ajuda extra, mas as mais afetadas pela condição podem se beneficiar com as várias terapias como: 

-Fisioterapia: que melhora o movimento muscular e a coordenação; 

-Terapia ocupacional: que se concentra nas atividades diárias, como se vestir e escovar os dentes; 

-Fonoaudiologia: a terapia da fala pode ajudar a pessoa a se expressar ou ensinar a usar um computador para comunicação. 

É muito importante os especialistas em terapias e assistentes sociais que ajudam no tratamento da criança com deficiência e suas famílias, e quando a criança atinge a idade escolar, os professores de educação especial são grandes aliados. 

Bem- estar para pessoas com Paralisia Cerebral 

A maioria de pessoas com paralisia cerebral necessitam de cuidadores ou familiares, pois precisam de ajuda para tomar banho, se vestir, passar da cadeira de rodas para a cama e se alimentar. O ambiente doméstico precisa ser adaptado para a pessoa com paralisia cerebral ter qualidade de vida. É importante também ter brinquedos para estimular a cognição e ter rampas para facilitar a locomoção da cadeira de rodas.  

Para um banho relaxante com água corrente e de corpo inteiro o módulo inflável Confort Banho é uma ótima opção para o conforto diário de pessoas com paralisia cerebral e mobilidade reduzida. O produto é 3×1 é um aliado nas terapias com óleos essenciais, pois não suja ou danifica o colchão, e ainda é uma excelente capa protetora contra fungos e bactérias causadas pela unidade. 

O Confort Banho também é uma boa alternativa para brincadeiras na água, transformando o leito em uma experiência de diversão, o produto também permite a prática da hidroterapia, que leva o relaxamento e bem-estar para o paciente com paralisia cerebral. O objetivo é promover a autonomia do indivíduo e o melhor convívio com a deficiência.  

Para conhecer o Confort Banho acesse https://confortbanho.com.br/ e para melhorar a escolha do tratamento e medicamentos conforme as limitações e dificuldades enfrentadas por cada pessoa com paralisia cerebral, procure profissionais especializados na área. 

Você sabe o que é Etarismo?

Você sabe o que é Etarismo?

Etarismo é a discriminação contra pessoas ou grupos etários com base em estereótipos associados a idade. O termo foi usado pela primeira vez pelo gerontologista Robert N. Butler para descrever discriminação contra adultos mais velhos. Nos Estados Unidos, o termo é discutido desde a década de 60, e recentemente na Europa foram criadas leis contra a discriminação no ambiente profissional. No Brasil, o termo ainda é pouco conhecido.  

O preconceito com base na faixa etária é algo que acontece constantemente em várias situações do dia a dia. Quem nunca escutou uma frase pejorativa como: “isso é coisa de velho” ou “você não tem mais idade para isso”, a pessoa ouve os comentários desagradáveis, como se fosse uma brincadeira sobre o envelhecimento.  

No Brasil, o etarismo começa antes da pessoa chegar a terceira idade. Dados da OMS, Organização Mundial da Saúde, mostram que 16,8% dos brasileiros com 50 anos já foram vítimas de algum tipo de discriminação por estarem envelhecendo. O IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, aponta que 13% da população tem 60 anos, que em 2031 haverá mais idosos que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população terá alcançado 57 milhões de brasileiros. 

O etarismo  no mercado de trabalho 

O desemprego aumenta cada vez mais entre as pessoas a partir dos 40 anos, mostrando o quanto o Brasil ainda precisa evoluir para que a futura população idosa não seja mais descartada com tanta discriminação. Mesmo com empresas que investem em diversidade e em inclusão, ainda existe muito preconceito na contratação de profissionais mais velhos, transformando esse processo em algo desanimador para essa geração que ainda está capacitada para contribuir e agregar valor profissionalmente. 

O aumento na expectativa de vida da população brasileira, a diminuição no tamanho das famílias e de pessoas ativas trabalhando, acarreta várias questões que precisam ser tratadas, principalmente por serviços de políticas públicas que garantam assistência aos idosos. 

A velhice é vivenciada de diferentemente para as classes sociais, para idosos com recursos financeiros, não é necessariamente um desafio, vivido com desesperança. Porém, para idosos com poucos recursos, a velhice pode tornar-se uma fase difícil da vida, com pouco dinheiro para medicamentos, alimentação e moradia. 

O combate ao etarismo 

Combater a discriminação etária exige consciência sobre o envelhecimento por todas as gerações. A nossa forma de envelhecer mudou muito, e é bem diferente do que foi com os nossos pais ou com nossos avós. Hoje temos mais liberdade de expressão, liberdade sexual, as mulheres podem ser protagonistas de suas próprias vidas, e isso tudo proporciona uma perspectiva de vida muito maior após os 60 anos. O envelhecimento cronológico não impede a realização de atividade físicas ou intelectuais. Viver com qualidade e bem-estar é o que queremos em qualquer etapa da nossa vida. Pois, nós somos os idosos do futuro.

 

Idosos e a interação com animais de estimação

Idosos e a interação com animais de estimação

Animais de estimação fazem bem a saúde, principalmente do idoso. Especialistas indicam que os pets podem diminuir a solidão, reduzir o estresse e motivar a prática de exercícios, beneficiando corpo e mente. Ao caminhar com seu pet pela vizinhança, os idosos podem socializar com pessoas conhecidas, e isso é ótimo para a saúde emocional e cognitiva. Muitos idosos gostam de contar histórias sobre seu bichinho, estimulando a comunicação com familiares, amigos e vizinhos.  

Ser responsável por um gato, cão, pássaro ou peixe no aquário, reduz o isolamento e estimula a afetividade.  A presença de um animal de estimação reflete no bem-estar tanto do idoso quanto do ambiente de suas casas. Os animais ajudam na autoestima, fazendo a pessoa se sentir mais útil, e muitos os consideram como seus melhores amigos. Às vezes, um cachorro ou um gato pode trazer o conforto que nem mesmo um humano pode oferecer. 

Os benefícios dos animais de estimação para pacientes idosos acamados 

Pessoas acamadas com Alzheimer ou outras demências, tem como um dos diagnósticos a alteração do humor, e a presença de um animal de estimação ajuda a quebrar a rotina do idoso. Alguns estudos da TAA- Terapia Assistida por Animais, mostram que 15 minutos de convivência diária com pets pode melhorar significativamente a saúde do paciente acamado. 

O contato de animais de estimação com pacientes acamados traz benefícios que estimulam a saúde emocional e física. Ao brincar com pets, as taxas de cortisol, hormônio do estresse, e os níveis de adrenalina, relacionada a pressão arterial, diminuem. Ocorre também a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar: endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina. 

Quando falamos de alguém mais velho é importante ver as limitações no processo de envelhecimento. A pele fica mais fina, ressecada e sensível a qualquer arranhão. O animal que tiver contato com o idoso deve ser vacinado, e é importante observar se a pessoa depois do convívio teve algum quadro alérgico.  Envelhecer com qualidade de vida é possível. 

Autonomia: Uma palavra, muitos significados

Autonomia: Uma palavra, muitos significados

Os pacientes acamados estão sujeitos a diversas complicações médicas, como lesões na pele e dores nas articulações. Além dos problemas físicos, eles podem desenvolver problemas psicológicos, como depressão, devido à perda de autonomia e à necessidade de cuidados especiais.

Independentemente da idade do paciente, a falta de independência pode ser muito frustrante e acabar comprometendo a adesão ao tratamento. Assim, embora seja essencial monitorar de perto o acamado, também é importante promover ações que estimulem sua autonomia.

Antes de tudo, entretanto, é necessário considerar as particularidades de cada um, visto que o grau de autonomia é diferente para cada caso. Contudo, algumas atitudes podem fazer toda a diferença sem exigir esforço do acamado.

Como incentivar a autonomia dos acamados

Ainda que o paciente não consiga exercer as mesmas atividades de outrora, os profissionais de saúde e familiares devem respeitar o espaço e as preferências dele. Afinal, somos seres funcionais que passam a vida em busca de independência, de modo que perdê-la completamente pode ser estressante e bastante desafiador.

Restritos ao leito, os acamados precisam ter sua autonomia estimulada, pois isso faz toda a diferença para a qualidade de vida deles e, consequentemente, na resposta aos tratamentos.

Neste sentido, algumas dicas podem ajudar bastante quanto à autonomia e impactar a autoestima e bem-estar dos pacientes acamados.

Estimule os hobbies dos pacientes

Os hobbies e os momentos de lazer são muito importantes para o bem-estar de qualquer pessoa, desempenhando um papel crucial para a saúde mental de todos. Assim, você deve garantir um ambiente familiar e confortável para o paciente.

Desse modo, promover atividades de entretenimento e outras diversões é crucial para uma resposta positiva do acamado aos cuidados. Seja com sessões de filmes ou leituras, proporcionar experiências recreativas em grupo e também jogos individuais são ações básicas que levam prazer e distração para quem se encontra nessa situação.

Alimentação

Uma alimentação balanceada é muito importante para evitar complicações médicas e controlar a doença, além de reduzir ainda mais a autonomia do paciente. Por isso, os cuidados incluem acompanhamento nutricional e um plano nutricional estrito, mas você pode oferecer opções que se ajustem às preferências do acamado, sempre que possível.

Neste sentido, deixe que o paciente escolha parte do cardápio e deixe que ele se alimente quando desejar. Além disso, você pode incentivá-lo a comer por conta própria, a depender do grau de independência e da capacidade motora.

Incentivar a socialização

Sem liberdade de movimento, os acamados também costumam se sentir isolados e solitários, o que gera problemas como a depressão, além de acelerar o desenvolvimento de distúrbios neurológicos nos idosos. Assim, incentivar a socialização faz toda a diferença na qualidade de vida dos pacientes.

Além de convidar familiares e amigos para fazer visitas, você também pode disponibilizar um smartphone para que o paciente entre em contato com pessoas próximas no momento que desejar. E que tal planejar pequenos eventos como café da manhã, lanche da tarde ou mesmo um happy hour para trazer alguns amigos para o convívio do paciente?

Considere as vontades do acamado

Os tratamentos médicos e a rotina de cuidados envolvem uma série de decisões que devem considerar a vontade dos acamados, pois isso confere mais autonomia em relação à própria saúde. Essa liberdade, entretanto, deve ser limitada à própria condição do paciente, uma vez que nem sempre eles mantêm lucidez para participar das deliberações.

Privacidade no banho

Geralmente, a hora do banho é um momento íntimo e relaxante, mas os pacientes acamados podem se sentir constrangidos e vulneráveis. Afinal, a maioria deles precisa de ajuda durante todo o processo, desde a locomoção até a higienização do corpo. Com isso, muitas pessoas optam pela higienização a seco, o que não oferece os mesmos benefícios que o banho com água.

O Banho no Leito da Confort foi desenvolvido para inovar a rotina de cuidados, facilitando a vida de pacientes e cuidadores. Para isso, o módulo inclui uma banheira inflável com batentes laterais, que proporcionam segurança para quase todos os tipos de cama, e canais de escoamento de água. Desse modo, basta montar a banheira sobre o leito e dar espaço para que o paciente tome seu banho com mais privacidade. Ele também serve para hidroterapia e relaxamento.

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Os 5 itens que não podem faltar para o cuidado com o...

Os 5 itens que não podem faltar para o cuidado com o...

Os cuidados destinados a pessoas acamadas devem contemplar uma série de questões, como o afeto familiar e o acompanhamento profissional. Além disso, alguns itens são essenciais para garantir um ambiente mais confortável para o paciente e mais prático para os cuidadores.

Embora seja complexo e desgastante, o cuidado domiciliar é uma escolha da maioria das famílias, seja por questões financeiras ou afetivas. Afinal, muitas pessoas têm receio em deixar um ente querido vulnerável em uma clínica ou casa de repouso, preferindo acompanhar de perto o paciente.

As clínicas, por outro lado, contam com uma equipe multiprofissional e com uma estrutura mais adequada para as condições dessas pessoas. Contudo, também é possível adaptar o ambiente para acomodar melhor o acamado ao mesmo tempo que facilita a execução dos cuidados.

Para facilitar sua rotina de cuidadora e oferecer mais bem-estar aos pacientes, reunimos uma lista com 5 itens essenciais para o cuidado com o acamado. Acompanhe a leitura e confira.

Mesa de apoio ao leito

As mesas de apoio são bastante versáteis, além de serem importantes para incentivar a autonomia dos pacientes, quanto possível. Com elas, os pacientes acamados podem se alimentar sozinhos e desempenhar uma série de outras atividades.

Neste sentido, esses móveis podem ser usados em momentos de lazer, como para leituras ou apoio para notebook e tablets. Assim, eles têm mais controle do que fazem, se sentindo mais independentes enquanto estão acamados.

Além da versatilidade, essas mesas são super práticas, pois contam com ajuste de altura e inclinação. Com isso, os próprios pacientes podem regular a mesa conforme a utilização, desde que ainda tenham autonomia para isso.

Grade lateral / protetor de guarda lateral

As grades laterais são fundamentais para a segurança dos acamados, uma vez que estes podem cair durante ao se virar na cama. No entanto, estes itens são produzidos em materiais rígidos, que causam lesões nos pacientes por meio do contato. Por isso, os protetores de guarda lateral também são indispensáveis.

Geralmente, estes acessórios são revestidos em tecido impermeável e possuem material almofadado. Desse modo, eles garantem conforto ao mesmo tempo que tornam a limpeza mais prática, o que é essencial em um ambiente de cuidados.

Colchão caixa de ovos

Os pacientes acamados desenvolvem lesões na pele muito facilmente em decorrência do extenso tempo que passam deitados. Com isso, o tipo de colchão deve ser muito bem pensado para garantir conforto ao mesmo tempo que evita o surgimento de escaras e outras feridas.

Neste sentido, o colchão piramidal – também conhecido como caixa de ovo – é o mais indicado para preservar a saúde dos pacientes. Esses colchões são caracterizados por uma espuma que apresenta pontos que estimulam a circulação do sangue.

O material também proporciona alívio aos músculos e diminui a pressão na pele, diminuindo o atrito com o colchão. Essas características são essenciais para quem passa muito tempo deitado, pois oferece mais oxigenação às áreas suscetíveis ao aparecimento de feridas.

Almofadas protetoras para acomodar o corpo

Como já abordamos, um corpo imóvel está bastante suscetível ao desenvolvimento de lesões, mas o uso de almofadas protetoras é ideal para diminuir a pressão do corpo sob a pele. Após muito tempo em contato com uma superfície, a pele costuma ficar vermelha e surgem bolhas que logo evoluem para úlceras.

Essas feridas costumam aparecer na cabeça, ombros, ancas e outras zonas mais pressionadas contra o colchão. Assim, a utilização de almofadas é muito importante para diminuir a ocorrência dessas lesões, além de oferecer mais conforto aos pacientes. 

Confort Banho

O banho na pessoa acamada é um dos maiores desafios para um cuidador, especialmente para quem tem pouco tempo ou experiência para exercer a tarefa. Além do esforço físico, é necessário considerar a segurança do paciente durante todo o percurso até o banheiro.

Pensando nisso, a Confort Banho desenvolveu um módulo inflável para Banho no Leito que facilita muito o processo. O produto consiste em uma banheira inflável, utilizada sobre o leito, e uma bomba de ar, oferecendo um enchimento super prático e rápido.

No leito, o Confort Banho pode ser utilizado vazio para proteger o colchão, funcionando como uma cobertura. Após o enchimento, o produto se torna uma banheira super segura e confortável, proporcionando banho molhado no leito.

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