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Cerca de 463 milhões de pessoas com idade entre 20 e 79 anos —o que corresponde a 9,3% da população adulta mundial— têm diabetes, de acordo com a Federação Internacional do Diabetes (IDF). Em 2030, a estimativa é de que 578 milhões sofrerão com a doença, e, em 2045, 700 milhões. Estes números são, sem dúvida, assustadores.  Mais ainda quando consideramos que a diabetes crônica tem, cada vez,  sido considerada um fator de risco para o desenvolvimento de diversas comorbidades. Nos últimos anos, outra condição tem sido relacionada à enfermidade e virou motivo de estudos mundo afora: o Alzheimer.

Mas, afinal, por que diabéticos teriam mais chance de desenvolver a doença de Alzheimer? Estudos apontam que quem tem essa demência apresenta maior depósito de placas amiloide no cérebro – formadas pela proteína beta-amiloide, elas atacam as conexões entre os neurônios, resultando na perda de memória. O que parece favorecer essa condição é justamente a resistência à insulina (neste caso, cerebral), principal característica do diabetes.

Para saber mais sobre essa relação, leia o artigo original aqui, na íntegra. De qualquer forma, fica o alerta para que possamos todos nos cuidar melhor, com uma alimentação e hábitos de vida cada vez mais saudáveis.